Nada mais importava
Que, ao amanhacer, as unidades comuns da natureza: canto de pássaros, o orvalho lustrando a margarida a formiga em sua labuta diária. Nada mais importa...
O vento brando penetrando nos fios da alma, elevando as costelas em suspirar profundo. Nada mais importava...
A lagarta em seu mortuário, servia à aranha, que por sua vez, tecia as lembranças do antigo berço. Nada mais importava...
Com o almejo subsequente da notoriedade natural, minha perspicacia previu que estamos ligados por alma. Nada mais importa.